Kitabu

Livraria Negra – Um lugar de encontro da expressividade literária afro-brasileira

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REMISSÃO DO CATIVEIRO:A dádiva da alforria do governo dos escravos nos Campos dos Goitacases, c. 1750 – c. 1830

Publicado por kitabu em Julho 1, 2009

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Livro de Márcio de Sousa Soares

Editora: Apicuri

R$ 38,00

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Caminhos Da Arte Popular – O Vale Do Jequitinhonha

Publicado por kitabu em Julho 1, 2009

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O livro ‘Caminhos da arte popular – o Vale do Jequitinhonha’ é fruto de vários anos de pesquisa do Museu Casa do Pontal e da antropóloga Angela Mascelani junto a artistas dessa região.

Livro de Angela Mascelani

Editora: Museu Casa do Pontal

R$ 130,00

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Instituiçoes Educacionais Da Cidade Do Rio De Janeiro – Um Século De Historia (1850-1950)

Publicado por kitabu em Julho 1, 2009

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O Rio de Janeiro, enquanto capital federal constituiu um importante centro de irradiação de políticas educacionais. Suas instituições escolares tornaram-se emblemáticas por refletirem as contradições presentes no próprio espaço social da cidade. Esta coletânea, ao selecionar oito dessas escolas, traça um painel sobre o que havia de mais representativo em termos pedagógicos no Distrito Federal. Refere-se, portanto, a estudos que apontam para a diversidade das propostas pedagógicas produzidas ao longo de um século de história da cidade do Rio de Janeiro.

Livro de Miriam Waidenfelfd Chaves e Sonia Castro Lopes(org)

Editora: Mauad

R$ 33,00

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120 Anos De Aboliçao (1888 – 2008)

Publicado por kitabu em Julho 1, 2009

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Este livro corresponde à monografia apresentada pelo autor à OAB / RJ em 1988. Verifica-se que aquele texto continua atual, não obstante, nesse período, terem sido editadas várias leis e desenvolvidos programas que contribuíram para demolir o mito da democracia racial.

Livro: Jorge da Silva

Editora HAMA

R$ 32,00

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MODOS DE SER, MODOS DE VER

Publicado por kitabu em Julho 1, 2009

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Desde a abertura dos portos, em 1808, muitos estrangeiros visitaram, curiosos, o Rio de Janeiro. Durante a primeira metade do século XIX, o crescimento do tráfico de escravos trouxe à cidade tantos africanos que um desses viajantes, Johann Moritz Rugendas, chegou a avaliar que, à exceção do continente africano, o Rio era o único lugar da Terra que reunia membros de quase todas as tribos da África. Este livro examina o modo como esses muitos escravos africanos foram vistos e avaliados pelos viajantes europeus que estiveram no Rio de Janeiro nesse período. Investigando as concepções científicas e estéticas que orientaram o olhar e o julgamento desses estrangeiros, a obra oferece uma contribuição para decodificar sentidos e significados de textos largamente usados pelos historiadores da escravidão e da sociedade no Brasil oitocentista.

 

Livro de Eneida Maria Mercadante Sela

Editora: UNICAMP

R$ 46,00

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Feiticeiros, Burlões e mistificadores: Criminalidade e mudanças das práticas populares de saúde em SP – 1950 a 1980.

Publicado por kitabu em Julho 1, 2009

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As práticas e os hábitos populares de saúde na visão de médicos e de folcloristas, em virtude da prática de curandeirismo são abordados nesta obra, que retrata a medicina popular em São Paulo, nas décadas de 50, 60 e 70 do século XX. O autor utiliza como fontes de pesquisa documentos produzidos pelo aparato estatal, artigos publicados em revistas especializadas na área de saúde, a produção teórica de folcloristas que estudaram a temática das práticas populares e a documentação produzida pelo judiciário, como processos-crime e acórdãos judiciários que envolvem decisões sobre acusações de exercício ilícito de profissões da área médica. Relato do período em que a sociedade brasileira passou por uma série de mudanças que incluem propostas e reformulações das políticas públicas de saúde, quando o combate às práticas ilícitas no campo da saúde, antes centrado na perseguição aos curandeiros, deslocou-se, no período estudado, para a perseguição à prática ilegal da medicina, da odontologia, da farmácia e da enfermagem.

Livro de Antonio Carlos Duarte de Carvalho

Editora: UNESP

R$ 29,00

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HOMENS LIVRES NA ORDEM ESCRAVOCRATA

Publicado por kitabu em Julho 1, 2009

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Este livro clássico investiga a gênese da sociedade e do Estado brasileiro a partir da
análise do ciclo do café, florescente no século XIX entre as regiões do Rio de Janeiro
e de São Paulo. Texto obrigatório que revolucionou a base conceitual dos estudos sobre
sociedades subdesenvolvidas.

Livro de Maria Sylvia de Carvalho Franco

Editora: UNESP

R$ 37,00

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Mundo da Arte Popular Brasileira

Publicado por kitabu em Julho 1, 2009

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O mundo da arte popular brasileira” é uma edição do Museu Casa do Pontal, escrito pela antropóloga e diretora de pesquisa do Museu, Angela Mascelani.

Livro de Angela Mascelani

Editora: Mauad

R$ 120,00

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Cruz e Sousa:Dante negro do Brasil

Publicado por kitabu em Maio 27, 2009

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Cruz e Sousa é singular em termos étnicos e existenciais. Isto é deixado bem claro por Uelinton Farias desde o começo do texto, ao caracterizá-lo como “negro retinto”, de origem banta, sem qualquer mescla de sangue europeu, logo “diverso em origem de muitos homens negros que lhe seriam contemporâneos, entre os quais Machado de Assis, José do Patrocínio, Luiz Gama, Ferreira de Araújo, Olavo Bilac, Alcindo Guanabara, Capistrano de Abreu, Barão de Cotegipe, André Rebouças e muitos outros”. E ao contrário de outros biógrafos, ele não hesita em afirmar que Cruz e Souza, “o menino João da Cruz”, se não nasceu escravo, foi ao menos meio-escravo: embora tivesse mãe alforriada, a escravidão pesava sobre o corpo de seu pai.

Livro de Uelington Faria Alves

Editora: Pallas

R$ 48,00

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O Espaço do Oprimido nas Literaturas de Língua Portuguesa do Século XX: Graciliano Ramos, Alves Redol e Castro Soromenho

Publicado por kitabu em Abril 27, 2009

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Os romances analisados neste trabalho põem em evidência a descaracterização daqueles que representam os oprimidos.  No primeiro romance, Vidas Secas, o sertanejo se encontra perdido num mundo não desejado, desconexo e repleto de “aves que iam comê-lo” (VS. p.113).  A caatinga surge na narrativa como negação do movimento-mudança sonhado por Baleia no leito de morte.  O sonho do animal, simbolicamente falando, representa o desejo de humanização daquelas ‘vidas’ que estão ‘secas’ por dentro e por fora, já que desprovidas da linguagem singular, que dá forma e movimento às suas atitudes, vivem num mundo imutável, repetindo gestos ancestrais naquele espaço seco e duro, que impede os ‘matutos’ de desvendarem a realidade circundante.

O povo eleito, simbolicamente de passagem pela Lezíria, tem em Gaibéus um narrador onisciente, que conhece a origem e o destino de cada um.  Sendo assim, o povo que outrora fez história foi reduzido, metaforicamente, à condição de alugado, que emigra de tempos em tempos para conseguir, num trabalho exaustivo, o pão e o vinho.  Paralelamente à atividade do grupo, a narrativa recupera textualmente os pensamentos do ceifeiro rebelde que “não era rabezano nem gaibéu” (G.p.202), mas carregava consigo um ideal capaz de transformar aquele presente doloroso e estagnado de homens que nasceram do barro da terra,  mas não foram registrados nela

Terra Morta traz à tona as mazelas deixadas pela colonização.  A narrativa resgata, singularmente, as vozes de negros que estão submetidos ao ‘chicote de cavalo-marinho’, bem como de brancos e mestiços, que também são vítimas, direta ou indiretamente, do mesmo chicote, símbolo gerador da ordem colonial.  Terra Morta não efetiva, concretamente, no tempo narrativo, o movimento-mudança da história que se quer nova, mas explicita a descaracterização de negros, brancos e mestiços no solo morto de Camaxilo, bem como a tensão instaurada pelo aniquilamento físico, social e econômico da comunidade lundense, pela prática colonialista que se quer morta em prol da reorganização nacional.

Livro Jurema de Oliveira

Editora: União dos Escritores Angolanos (UEA)

R$ 28,00

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