Guia de Religiões Populares do Brasil

O Guia de Religiões Populares do Brasil traz informações sobre as principais religiões existentes no país, explicando concisamente suas características, seus símbolos, sua história, bem como rezas, divindades cultuadas, orações, principais festas, etc. Organizado para servir àqueles que desejam conhecer um pouco mais sobre as crenças e as práticas adotadas por esses cultos, o presente livro certamente ocupará a lacuna deixada pelo anuário afro-brasileiro, do qual se origina.

Livro de Eneida Duarte Gaspar

Editora: Pallas

R$ 44,00

Published in: on setembro 18, 2008 at 2:25 pm  Deixe um comentário  

Cantigas de umbanda e candomblé

Entre as décadas de 1970 e 1980, a Pallas Editora lançou seis pequenos livros que formaram a coleção Cantigas. Todos se concentravam basicamente nas cantigas litúrgicas da umbanda — os pontos cantados —, embora também apresentassem desenhos rituais — os pontos riscados —, além de cânticos e objetos simbólicos do candomblé. Cada livro era dedicado a um grupo de entidades: caboclos, exus, boiadeiros, orixás, pretos-velhos e entidades do cemitério (encabeçadas pelo orixá Omolu). A coleção foi um grande sucesso, como provam as diversas reedições rapidamente esgotadas de todos os títulos. Chegou um momento, entretanto, em que tornou-se necessária uma renovação desse material. Desta observação nasceu a idéia de condensar os seis livretos em uma só obra, abrangendo os diversos grupos de divindades e entidades. Isso permitiu reorganizar o conteúdo, eliminar repetições e aprimorar os textos explicativos, buscando dar maior uniformidade à informação neles contida. As cantigas e imagens litúrgicas (os pontos riscados) foram mantidas em sua forma original: afinal, o objetivo da obra é preservar elementos coletados dentro da prática religiosa cotidiana, vivos e atuantes na umbanda e no candomblé. Elementos que, sem o tipo de iniciativa representado por este Cantigas de umbanda e candomblé, estariam sujeitos aos riscos que afetam a sobrevivência da cultura transmitida oralmente, como é o caso das religiões aqui abordadas.

 Coletânea de canticos

Editora: Pallas

R$ 35,00

Published in: on setembro 18, 2008 at 2:12 pm  Deixe um comentário  

RAZÃO, “COR” E DESEJO: AFETIVO-SEXUAIS


Nesta obra, que simboliza um exemplo da melhor antropologia social produzida no Brasil, 
a autora aborda a questão das relações raciais e sexuais no Brasil, em contraste com a 
experiência sul-africana. Baseada em entrevistas, observação etnográfica, dados 
demográficos, ficção literária, leis, teorias sociológicas, entre outros materiais e 
fontes, é colocado em discussão o modo como os relacionamentos afetivo-sexuais inter-
raciais se estruturam e são pensados em diferentes sociedades, de acordo com políticas 
sexuais adotadas em distintos contextos nacionais. (Co-edição: ANPOCS)

Livro de Laura Mourtinho

Editora: Unesp

R$ 50,00

Published in: on setembro 6, 2008 at 2:50 pm  Deixe um comentário  

DIPLOMA DE BRANCURA: POLÍTICA SOCIAL E RACIAL NO BRASIL, 1917-1945


"A preocupação é mostrar como os formuladores de políticas e os educadores conceberam
valores raciais e aplicaram-nos como práticas racializadas. Em outras palavras, como os
valores de raça e lugar social funcionam quando não irrompem no tipo raro de debate
público que cercou a experiência de Jacyra? Nesta análise não há dialética entre
opressores e resistência, e nenhuma dicotomia entre discussões específicas de ações
racializadas e discussões mais gerais do sistema educacional do Rio de Janeiro. Este
não é um estudo do comportamento social nem do embate de idéias. Este texto trata das
formas muitas vezes efêmeras como os educadores transformaram um discurso sobre raça e
independência nacional em práticas cotidianas em que a raça não era normalmente
evidente, mas sempre importante. Uma crença central desta análise é a de que a
ideologia racial é uma metanarrativa, ou seja, um complexo de valores e categorias
conceituais que dirigiu as formas como os educadores projetavam as instituições e
práticas." O autor analisa o período de 1917 a 1945. Professor associado e coordenador
de graduação do Departamento de História da Universidade de Carolina do Norte em
Charlotte e membro da Commissão Executiva do Brazilian Studies Association nos EUA.
Livro de JERRY D'ÁVILA
Editora UNESP
R$ 60,00
Published in: on setembro 6, 2008 at 2:44 pm  Deixe um comentário  

DE LAÇOS E DE NÓS

Em De Laços e de Nós, Carlos Engemann não apenas pensa as comunidades escravas do Sudeste brasileiro de modo orgânico, potencializando práticas e costumes que mitigavam a dor do cativeiro no qual tinham que aprender a viver, mas também as entende como um dos elementos modeladores da própria vivência escrava. Além disso, desvenda os mecanismos solidários e hierárquicos que compunham a dinâmica da formação de comunidades escravas no Sudeste brasileiro.
Nas palavras do autor, “os resultados foram deveras interessantes, mostrando que se havia hierarquia – apartava os homens dentro do cativeiro, provocando a violência e a disputa, também havia as solidariedades – apresentavam resultados concretos, gerando melhoria nas condições materiais de vida.”

Livro de CARLOS ENGEMANN

Editora: Apicuri

R$ 40,00

Published in: on setembro 6, 2008 at 2:30 pm  Deixe um comentário  

ARTÍFICES DO RIO DE JANEIRO: (1790-1808)

Observar os artesãos permite entender o cotidiano da cidade do Rio de Janeiro que a Corte portuguesa encontrou ao desembarcar em terras brasileiras. O que se verificava era artífices em meio à uma variedade de ricos, pobres, legais, ilegais, imigrantes portugueses, escravos (alforriados ou não) e migrantes internos. Embora a sociedade fosse escravista, a maioria da população era livre e muitos dos artistas coloniais se identificavam como artesãos.

A posição na hierarquia desses artífices, escravos ou não, e a mobilidade social que alguns deles conquistavam, também é abordada no texto, que discorre sobre o que ocorria com as corporações de ofício em virtude da escravidão e a contradição que havia entre a regulação da atividade pelo Estado e pelo restrito mercado.

Nas palavras de Hebe Mattos, professora Titular de História do Brasil e que assina a apresentação do livro, “Especialmente evocativa é a imagem utilizada [pelo autor] da pirâmide torta, pois os mais bem sucedidos tendiam a aproximar-se da situação de rentistas e homens de negócio, afastando-se do artesanato”.

Através dos artesãos, cuja atividade estava exatamente na fronteira entre cidade e campo, também pode ser vista a preponderância da cidade do Rio de Janeiro. Manifestada antes da chegada da Corte e mantida a partir da Independência do Brasil. Tal preeminência pode ser identificada na observação de muitas edificações das ruas centrais da cidade, onde constatamos um patrimônio histórico construído por artesãos, algumas vezes para suas próprias instituições. É o caso, por exemplo, da igreja de São José, que tem sua origem nas Irmandades.

Livro de CARLOS A. M. LIMA

Editora: Apicuri

R$ 22,00

Published in: on setembro 6, 2008 at 2:21 pm  Deixe um comentário  

COLONIZAÇÃO E POLÍTICA: Debates no Final da Escravidão

 

Este livro de história recupera o debate dos barões sobre o café de Vassouras, preenche uma lacuna historiográfica, estimula uma viagem no tempo (1850 a 1888) e permite conhecer um pouco mais sobre o que ocorreu na região de Vassouras quando o império do café viu-se diante da iminente libertação dos escravos (principal mão-de-obra utilizada na lavoura), da necessidade de contratação de imigrantes europeus e modernização de seus processos.

De acordo com as palavras de Cláudia Santos no prefácio, inicialmente interessada em identificar vestígios da presença de imigrantes em Vassouras (RJ), no século XIX, Roselene obtém elementos para recolocar, através de uma nova abordagem, o tema da transição do trabalho escravo para o trabalho livre no Brasil. Além disso, o rastreamento de registros sobre algumas colônias de imigrantes em Vassouras lhe permite discutir a oposição, aceita por algumas interpretações historiográficas, entre a mentalidade retrógrada dos cafeicultores fluminenses e a progressista dos paulistas. Construindo o seu objeto no campo da história política, analisa o contexto da transição a partir dos diferentes projetos para o pós-abolição formulados em Vassouras. Ao mesmo tempo, relaciona o debate ocorrido nesta localidade àquele que se processa na Corte.

Livro de ROSELENE DE CÁSSIA COELHO MARTINS

Editora: Apicuri

R$ 18,00

Published in: on setembro 6, 2008 at 2:15 pm  Deixe um comentário  

Um Sopro de Destruição: Pensamento político e crítica ambiental no Brasil escravista, 1786-1888

As conseqüências sociais, econômicas e políticas da devastação das florestas, erosão e esgotamento dos solos, degradação do clima, extinção das espécies animais e vegetais. Pauta do dia? Sim, desde 1786.
Muito antes do que se costuma imaginar, já se criticava no Brasil, de forma consistente e criativa, a destruição do meio-ambiente. Nomes como José Bonifácio e Joaquim Nabuco, entre vários outros, dedicaram-se ao debate ambiental e perceberam que a superação das práticas devastadoras passava necessariamente pela implementação de reformas socioeconômicas profundas, que rompessem com o legado do colonialismo: o tripé escravidão-latifúndio-monocultura.
Analisando cerca de 150 textos da época, produzidos por mais de 50 autores, Um sopro de destruição reconstitui pela primeira vez, de maneira lúcida e abrangente, a crítica ambiental nos séculos XVIII e XIX, praticamente esquecida na história do pensamento social brasileiro. Um alerta para a questão ambiental no Brasil.
Livro de José Augusto Padua
Editora: Jorge Zahar 
R$ 48,00
Published in: on setembro 6, 2008 at 2:08 pm  Deixe um comentário  
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