FORNO FEMININO

O “Forno…” resultado de uma inspiração que surgiu há 20 anos quando na província da Lunda Norte, o João Tala visittou o Museu do Dundo, onde se deparou com uma escultura em forma de mulher , denominada “Forno feminino”. A estatueta do “Forno feminino” esculpida em barro com contornos de uma mulher, cuja ventre se abria uma cavidade, que segundo a simbologia reprodutiva local, os caçadores acreditavam que a estátua dava sorte e ganhos aos nativos”. 
LIVRO DE JOÃO TALA
Editora: Kilombelombe
R$: 20,00
Lançamento do Livro na Livraria Kitabu Dia 26/10  Terça Feira
Published in: on outubro 22, 2010 at 12:19 pm  Deixe um comentário  

“RAÇA” Debate Público no Brasil

Raça e Debate público no Brasil mostra como no Brasil os apelos da promoção  racial e do multiculturalismo operqam contemporaneamente na retórica política , na retórica ideológica e nas instituições . A ambiguidade da “raça”  no contexto político-institucional  brasileiro é a mais cabal evidência de que vivemos  um processo de racialização  através dos quais seus militantes e simpatizantes se autoproclamam os únicos protagonistas da luta antirracista no Brasil.

Intelectuais, governo, Ongs e movimentos sociais contribuem para tornar ainda mais polêmico e politizado o fenômeno da racialização, promovendo rodadas de debates e embates, lançando manifestos, como há muito não se via no cenário público brasileiro. O Brassil parece finalmente se alinhar aos países que celebram o multiculturalismo, o reconhecimento da diferença, a reparação histórica e o orgulho racial. Há que se perguntar o quanto do Brasil desenhado pelo habitus da mistura, da miscigenação, irá se retrair diante da rigidez dos purismos “raciais” e identitários.

Livro de Monica Grin

Editora Mauad

R$ 39,00

Published in: on outubro 19, 2010 at 2:25 pm  Deixe um comentário  

Negros no estúdio do fotógrafo – Brasil segunda metade do século XIX

Nos estúdios fotográficos do Brasil no século XIX, compareciam pessoas de todas as camadas sociais, desde a alta sociedade até os mais humildes. Este livro apresenta fotos de negros no Brasil daquele período. Vemos negros livres, libertos, escravos domésticos, até mesmo fotos de presos da primeira penitenciária construída no Brasil. Por meio de vasta pesquisa acadêmica, a autora traça o caminho da produção daqueles retratos, sua significação, sua circulação e seu armazenamento em álbuns. Ao explorar as histórias por trás das imagens, o livro dá vida àquelas personagens, torna-nos íntimos delas, faz-nos pensar em nossos próprios retratos, em nossos próprios álbuns, reaviva nossa memória.

Livro de Sandra Sofia Machado Koutsoukos

Editora Unicamp

R$ 48,00

Published in: on outubro 15, 2010 at 8:36 pm  Deixe um comentário  

A capoeira escrava e outras tradições rebeldes no Rio de Janeiro (1808-1850)

Descreve e analisa a trajetória da capoeira escrava e de outras manifestações de rebeldia na cidade do Rio de Janeiro, no começo do século XIX. Documenta a progressiva evolução da capoeira no contexto político e cultural, incluindo o papel dos capoeiristas nos movimentos políticos e nos conflitos de rua. Essa segunda edição foi ampliada com um prólogo.

Livro de Carlos Eugênio

Editora: Unicamp

R$ 60,00

Published in: on outubro 15, 2010 at 8:30 pm  Deixe um comentário  

Tudo que está solto

Com esse seu livro “Tudo que está solto” Éle Semog, agora, é um poeta mais perigoso. Parece, no seu texto, que a palavra e o sentimento são uma força só. Mas todos nós sabemos que a palavra é uma coisa e o sentimento é outra. “Exato, como se sabe, é tudo  que não derrama dos limites”. Ele escreve isto e nos provoca, como se não soubéssemos amar, sofrer, viver e ter esperança. Aliás, nesse livro, ele rejeita a esperança e a coisa simples de quem não tem perspectivas. Em muitos poemas. Semog tem uma certa prepotência que incomoda a qualquer um. Não atrapalha a lírica, mas incomoda. É como se na poesia que ele escreve soubesse tudo sobre o leitor. Em outros de seus livros ele também é assim, mas agora o poeta está muito melhor. Seus poemas são vinho apurado. Trigo, sem joio.

Li o livro de Éle Semog e fiquei feliz. Intransigente com o racismo, irônico com as coisas do coração, rigoroso com a condição humana.  Uma coisa boa, esse livro “Tudo que está solto”, andar por ai como um poema cheio de intenções explícitas e sentimentos nada velados; pelo contrário, reveladores desse tempo urbano tão carregado de insurgências da nossa moderna condição humana. .Éle Semog continua como antes, um negro insurreto, indignado, rebelde.  Mas não utiliza o verso como um acontecimento repentino. Toda a sua palavra é cheia de história. De uma história que não temos como evitar. Cada dor tem seu lugar, cada medo tem seu canto, cada olhar tem seu espaço… e se for amor tem o mundo inteiro Tudo bem no meio do que a gente vive a cada dia.

Livo de Éle Semog

Editora: Letra Capital

R$ 25,00

Published in: on outubro 4, 2010 at 6:28 pm  Deixe um comentário  

LUNDU DO ESCRITOR DIFÍCIL:CANTO NACIONAL E FALA BRASILEIRA NA OBRA DE MÁRIO DE ANDRADE


Este trabalho analisa a produção intelectual e o ambiente social de Mário de Andrade, após a década de 1930, em que o estudioso defendia a conformação da arte e do artista 
com sua sociedade, e em  seus escritos encontram-se recomendações sobre o papel e a responsabilidade social dos intérpretes, em especial do cantar. "Arte e nação 
entrelaçam-se no que podemos chamar de sua teoria social: a construção de uma definiria o caráter de outra."
Livro de 
Editora Unesp
R$ 39,00
Published in: on outubro 4, 2010 at 6:05 pm  Deixe um comentário  

ENSINO DE OFÍCIOS ARTESANAIS E MANUFATUREIROS NO BRASIL ESCRAVOCRATA

Esta obra demonstra como a escravidão determinou o desprezo pelos “ofícios mecânicos”
no Brasil na época do Brasil Colônia e Império, quando, após a abolição da escravatura,
ninguém queria exercer atividades consideradas “coisas de escravos”. Assim, a
aprendizagem de ofícios acabou sendo imposta a quem não tinha meios de resistir,
reforçando esse desvalor. Apresenta uma análise das instituições dedicadas ao ensino de
ofícios: liceus de artes e ofícios, arsenais militares, asilos, propiciando ao leitor
conhecer as propostas dos intelectuais do Império a respeito da aprendizagem
profissional e seus esperados efeitos moralizantes. Juntamente com os títulos O ENSINO
DE OFÍCIOS NOS PRIMÓRDIOS DA INDUSTRIALIZAÇÃO e O ENSINO PROFISSIONAL NA IRRADIAÇÃO DO
INDUSTRIALISMO, integra a trilogia do mesmo autor, Luiz Antônio Cunha, professor
titular de Educação Brasileira da UFRJ, que trata de minucioso levantamento histórico
da educação profissional no Brasil desde o período escravocrata até o ensino
profissional na virada do século. (Co-edição: Flacso)

Livro de

Editora: Unesp

R$ 37,00

Published in: on outubro 4, 2010 at 5:57 pm  Deixe um comentário  

A tradição re(des)coberta:O pensamento de Gilberto Freyre no contexto das manifestações culturais e literárias nordestinas

A tradição re(des)coberta se detém, principalmente, na análise do Manifesto regionalista, de Gilberto Freyre, gestado no primeiro (e único) Congresso Regionalista de 1926, mas somente publicado na íntegra em 1952 pela Edições Região, do Recife. Em consequência, tem como correlatos aspectos da literatura nordestina das décadas de 1920 e 1930, em especial uma avaliação crítica do livro de Mário Sette, Senhora de engenho (1921), e de A bagaceira, de José Américo de Almeida (1928).

Livro de Moema Selma D´Andrea

Editora Unicamp

R$ 45,00

Published in: on outubro 4, 2010 at 5:08 pm  Deixe um comentário  
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 38 outros seguidores