COLEÇÃO ENCONTROS: GILBERTO GIL

Gilberto Gil é um dos mais atuantes artistas brasileiros. Para além do reconhecido trabalho como músico, participa ativamente dos grandes debates políticos e culturais contemporâneos. Sua trajetória e suas idéias sobre democratização da informação, as novas tecnologias e as revoluções de comportamento se encontram amplamente retratadas nessa reunião de suas principais entrevistas.

EDITORA: AZOUGUE

R$: 25,00

Published in: on abril 18, 2011 at 4:12 pm  Deixe um comentário  

COLEÇÃO ENCONTROS: MILTON SANTOS

Um dos maiores e mais atuantes intelectuais brasileiros, o geógrafo Milton Santos conseguiu reconhecimento internacional por seu pensamento original. Esse livro reúne, em forma de entrevistas, intervenções fundamentais sobre a geografia moderna, a globalização e o papel do intelectual e da universidade na sociedade.

“Eu chamo a globalização de globalitarismo porque estamos vivendo uma nova fase de totalitarismo. O sistema político utiliza os sistemas técnicos contemporâneos para produzir a atual globalização, conduzindo-nos para formas de relações econômicas implacáveis, que não aceitam discussão, que exigem obediência imediata.” MILTON SANTOS

EDITORA : AZOUGUE

R$: 25,00

Published in: on abril 18, 2011 at 4:08 pm  Deixe um comentário  

COLEÇÃO ENCONTROS: CAPOEIRA

Esse volume da Coleção Encontros reúne de forma inédita as principais entrevistas com os grandes mestres de capoeira do Brasil. Mais do que um documento essencial para a compreensão da riqueza cultural brasileira, esse livro é uma demonstração que os mestres não apenas jogaram e ensinaram capoeira, mas refletiram sobre essa arte que para eles é, entre muitas coisas, uma filosofia de Vida Estão neste volume João da Mina, Pastinha, Bimba, Canjiquinha, Waldemar, Sena, Arthur Emídio, João Pequeno, João Grande, Curió, Decânio, Jelon Vieira, Acordeon, Itapoan, Nenel, Camisa, Nestor Capoeira, Suassuna, Russo, Moraes, José Carlos, Cobra Mansa, Angolinha, Janja, Roberto Freire e Leopoldina.

Frede Abreu, trabalha com Capoeira desde 1976, sendo organizador do primeiro seminário regional de capoeira, que reuniu antigos mestres como Cobrinha Verde, João Grande, Atenilo, João Pequeno, Caiçara e Canjiquinha, entre outros. Autor dos livros: Bimba é Bamba: a capoeira no ringue, O barracão do Mestre Waldemar e Capoeiras: Bahia, século XIX.
Maurício Barros de Castro é Doutor em História Social pela USP, 2007. Foi pesquisador visitante no Oral History Research Office, na Universidade de Columbia – Nova York , 2005; e participou da coordenação da pesquisa que formulou o dossiê e instruiu o registro da capoeira como Patrimônio Cultural do Brasil (IPHAN-2007). Também produziu os textos e a pesquisa da exposição Na Roda da Capoeira , realizada no Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP-2008). É autor do livro Zicartola: política e samba na casa de Cartola e Dona Zica (Relume Dumará, 2004).
Mestre Pastinha “Compreende melhor quem vê a luta. Ela parece uma dança. Mas não é não. Capoeira é luta, e luta violenta. Pode matar, já matou. Bonita! Na beleza está contida sua violência. Os meninos está só mostrando, os golpes passam raspando ou são contidos antes de atingir o adversário. Mas mesmo assim ela é bonita.” Mestre Bimba “Os capoeiras de Angola, a única coisa de bom que tinham era a coragem. Então, o que aconteceu? Um rapaz de doze, quinze anos, até vinte, quando aprendia aluta, naquele tempo, a tendência era pra comprar um revólver ou uma faca. Então, quer dizer que isto não era um esporte… E quem tirou a Capoeira do Brasil da unha da polícia, eu acho que abaixo de Deus fui eu…” Mestre Canjiquinha “Sou angoleiro e faço capoeira. Mas tudo vem de Angola, dos negros que re roupa branca sempre impecável era chamados de arruaceiros, malandros e nunca desistiam, dos negros das lutas de matar ou morrer. Hoje a gente é funcionário, faz capoeira nas horas vagas, tem de se adaptar aos tempos. A capoeira está doente, gente, pode até morrer.”

 EDITORA: AZOUGUE

R$: 25,00

Published in: on abril 18, 2011 at 4:04 pm  Deixe um comentário  

DVD GISÈLE OMINDAREWA

Francesa de nascença. Africana por afinidade. Brasileira por destino.

Essa é a vida de Gisèle Cossard, mãe de santo francesa que vive há muitos anos na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro.

França, Brasil, África – três lugares por onde ela passou.

Francês, Português, Yorubá – três línguas que se reúnem para contar essa história.

Esse é o argumento do documentário Gisèle Omindarewa, dirigido pela antropóloga Clarice Peixoto. Trata-se de reconstituir essa história através das lembranças de sua infância e juventude num dos bairros mais nobres da região parisiense, da sua participação na resistência francesa “gauliste” ao lado do pai, de seu casamento com diplomata francês e suas vivências na África e sua chegada no Brasil. Amiga de Abdias Nascimento, ela conheceu o teatro negro carioca e os terreiros de candomblé do Rio de Janeiro. Foi no terreiro de Joãosinho da Gomea que fez sua iniciação nos anos 1960 e sua vida se dividiu entre a diplomacia francesa e os rituais afro-brasileiros até se voltar definitivamente para a vida religiosa no seu terreiro de Santa Cruz da Serra.  Por Clarice Ehlers Peixoto

DIREÇÃO:  Clarice Ehlers Peixoto

PRODUÇÃO: CENTRO DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL/CTE-SR3-UERJ

R$: 30,00

Published in: on abril 15, 2011 at 3:25 pm  Deixe um comentário  

MAKA: REVISTA DE LITERATURA E ARTES (UEA) ANO I VOL I

 “Literatura e Jornalismo” é o tema da primeira edição da revista MAKA. A revista, assumida editorialmente pela União dos Escritores Angolanos, aborda essencialmente questões ligadas à literatura, abrindo pequenos espaços para as outras modalidades das artes elaboradas particularmente por nacionais.

Pretende ainda realçar a promoção e divulgação das actividades e das obras dos escritores angolanos, da pesquisa científica sobre matérias e criadores da crítica literária, assim como do estudo da angolanidade, contribuindo, deste modo, para a promoção da cidadania activa no que respeita a sua vida cultural.

De 385 páginas, a revista MAKA terá uma periodicidade bianual, dada a abordagem que a UEA pretende elaborar no concernente às actividades literárias dos escritores distribuídos nas mais diversas regiões do pais.
A revista está dividida em secções, sendo a primeira dedicada à abordagem sobre uma eventual conexão entre a literatura e o jornalismo, a segunda referente a estudos e intervenções, enquanto a terceira a homenagens.

EDITORA: UNIÃO DOS ESCRITORES DE ANGOLA (UEA)

R$: 80,00

Published in: on abril 15, 2011 at 12:31 pm  Deixe um comentário  
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