Graffitis em múltiplas facetas

Esta obra é o resultado da seleção de uma coletânea de textos, alguns são artigos publicados em revistas de História e de Artes, outros são trabalhos apresentados em eventos científicos. Grande parte do que será apresentado aqui constitui também a dissertação de conclusão do curso de mestrado em Psicologia Social da Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Graffitis em múltiplas facetas: definições e leituras iconográficas é um livro oriundo de uma pesquisa que procurou localizar, entender e explicar de forma crítica o que é o graffiti. A priori o objetivo de compreender os processos de produção do fenômeno, existe a necessidade de se ver bem claramente o universo no qual o mesmo está inserido, ou seja, o sujeito, a ideologia e o suporte que liga esta arte à cidade e muito diz sobre o graffiti. Sendo assim, algumas categorias e conceitos foram criados para que houvesse uma melhor delimitação do campo de estudo.

Autor: William da Silva e Silva

Editora: Annablume

R$ 29,00

Published in: on maio 7, 2012 at 4:38 pm  Deixe um comentário  

A história da escravidão

Em A história da escravidão, o autor francês Olivier Pétré-Grenouilleau analisa não só a organização produtiva desse sistema, mas as raízes deixadas pela escravidão na maneira da humanidade conceber e interagir com o mundo.

A obra busca responder a três questões que podem parecer simples, mas delineiam uma investigação sobre a história da humanidade a partir das marcas deixadas por tal sistema: o que é realmente escravidão? Por que “apareceu” e como evoluiu? Como, afinal, conseguimos aboli-la por toda parte, ao menos oficialmente, embora muitas vezes ela ainda resista de forma clandestina? Com um texto acessível e didático, o autor resgata as origens da escravidão e seus desdobramentos ao longo da história para mostrar o desafio colocado nos dias atuais por alguns de seus legados, como o racismo e as segregações.

Nas palavras de Beluce Bellucci, que assina a orelha da obra, “relação social tão antiga como moderna, a escravidão é tão fácil de entender como difícil de conceituar. O tema é estudado por intelectuais brasileiros como Gilberto Freyre, Manolo Florentino, Alberto da Costa e Silva, Jacob Gorender, entre outros, com diferentes pontos de vista e escopos. A história da escravidão, de Olivier Pétré-Grenouilleau, imprime atualidade ao debate teórico e à exigência da prática política, social e cultural brasileira”.

A história da escravidão, publicado no âmbito do Ano da França no Brasil, contou com o apoio do Ministério francês das Relações Exteriores e Europeias.

Livro de Olivier Pétré-Grenouille

Editora: Boitempo

R$ 32,00

Published in: on setembro 16, 2010 at 3:01 pm  Deixe um comentário  

Ideologia Da Cultura Brasileira: 1933-1974

Sem pretender-se um estudo exaustivo da história das idéias brasileiras no largo período recortado (1933-1974), este ensaio expõe os fundamentos ideológicos em que se apóia boa parte das interpretações do Brasil, identificando como um de seus alicerces a visão senhorial da sociedade, que celebra a conciliação, a ‘cordialidade’ e o caráter pretensamente incruento de nossa história.

Livro de Carlos Guilherme Mota

Editora 34

R$ 52,00

Published in: on agosto 16, 2010 at 6:43 pm  Deixe um comentário  

ATLÂNTICO SUL XXI:ÁFRICA AUSTRAL E AMÉRICA DO SUL NA VIRADA DO MILÊNIO


Trata-se de uma coletânea composta de cerca de dez ensaios abordando as realidades de vários países dos dois lados do Atlântico Sul. O livro é dividido em três partes - 
pensamentos, economia e sociedade.

Os textos que compõem este livro foram elaborados entre 1998 e 2002, com algumas atualizações no final de 2004. Seu objetivo inicial era  analisar a conjuntura  de 
quatro países dos dois lados do Atlântico Sul que se aproximavam em termos econômicos e culturais. A data de publicação e a rapidez com essas aproximações evoluíram dão ao 
trabalho um perfil de história econômica e social imediata.
Livro de Jonuel Gonçalves(org.)
Editora: Unesp
R$ 42,00
Published in: on março 14, 2010 at 2:39 pm  Deixe um comentário  

Os Jacobinos Negros

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As tropas brasileiras ocupam as favelas de Porto Príncipe, capital do Haiti, na maior ação militar do país no exterior em décadas. Mas que país é o Haiti, hoje o mais pobre da região, mas que foi a primeira nação da América Latina a se tornar independente? Qual é a sua história?

Em 1938, no auge do nazismo e da predominância das teorias de supremacia da raça branca em todo o mundo, o escritor C. L. R. James demolia preconceitos ao mostrar a função histórica da escravidão e a função social da opressão do negro.

Os jacobinos negros é um verdadeiro tratado sobre essa questão e projeta luz sobre o pano de fundo histórico do drama atual do Haiti. O autor faz um relato minucioso da insurreição de escravos que expulsou os colonizadores franceses de São Domingos, antigo nome do país. Na colônia, principal parceiro comercial da França, integrada a economia mundial da época, a população negra que gerava a riqueza era dez vezes maior do que a dos brancos. Ali, os ideais da revolução na metrópole, que pregava “liberdade, igualdade e fraternidade” ecoaram nas lideranças dos escravos rebelados, os jacobinos negros. Com o ideal de construir um país independente que se aliaria a França revolucionária em pé de igualdade, um “posto avançado” dos ideais revolucionários no continente americano.

A independência foi conquistada não com o apoio, mas em combates contra as tropas francesas, inglesas e espanholas. Mas isolados da economia internacional, por terem se rebelado contra a escravidão, em uma época onde os Estados Unidos, Cuba e Brasil eram sociedades escravocratas, a rebelde ilha caribenha foi “condenada” ao atraso por sua ousadia. O destino de seu líder, Toussaint L Ouverture, foi trágico.

Um livro essencial sobre a revolta dos explorados contra os exploradores, dos negros contra a escravidão, da América Latina contra o colonialismo, formas de opressão contra as quais se levantou a revolução haitiana. Para Jacob Gorender, autor da orelha do livro “James se apoiou solidamente em fontes historiográficas abundantes e seguras e soube elaborar um texto fluente e cativante. O que torna este Os jacobinos negros um livro precioso não só para estudiosos especializados, mas também para todos os que desejam conhecer a História a fim de entender melhor o mundo em que vivem.”

Os jacobinos negros traz ainda um apêndice onde o autor relaciona as semelhanças e diferenças entre a ressurreição hatiana e a Revolução Cubana, intitulado “De Toussaint L´Ouverture a Fidel castro”; uma cronologia da história do Haiti e um índice onomátisco e remissivo dos personagens históricos citados no livro.

Sobre o autor: Cyril Lionel Robert James (1901-1989) nasceu em Trinidad e Tobago, na época uma colônia britânica. Jogou e foi jornalista especializado em críquete, professor, autor de ficção e teórico marxista. Foi militante em vários grupos socialistas, e dos movimentos anti-colonialista e do nacionalismo africano, contra o imperialismo europeu no Caribe e na África, participando ativamente da revolução no Gana. Mudou-se para os Estados Unidos em 1938, onde participou da luta por igualdade racial. professor na Universidade de Columbia (EUA) e autor de vários livros de teoria marxista, e também de política no Caribe e na África. Após o fracasso do nacionalismo africano, deixou a política e morreu em 1989 em sua terra natal.

Livro de C. L. R. James

Ed. Boitempo

R$ 49,00

Published in: on junho 17, 2007 at 3:02 pm  Deixe um comentário  

O PROBLEMA DA ESCRAVIDÃO NA CULTURA OCIDENTAL

 

Neste ensaio premiado, David Brion Davis disserta sobre a história da escravidão no mundo ocidental através dos tempos. O PROBLEMA DA ESCRAVIDÃO NA CULTURA OCIDENTAL é um clássico sobre o escravismo. Obra referência para todos os historiadores desde de sua primeira publicação em 1967 — ano em que ganhou o Prêmio Pulitzer.
O autor busca as origens deste sistema e analisa por completo seus aspectos sociais e políticos, fazendo, ao mesmo tempo, um histórico do colonialismo. O PROBLEMA DA ESCRAVIDÃO NA CULTURA OCIDENTAL abriu novas direções para a pesquisa histórica e social sobre a escravidão. Nele, o autor argumenta que a escravidão sempre foi uma fonte de tensão social e psicológica, mas que, na cultura ocidental, esteve associada a certas religiões e doutrinas filosóficas que acabavam por sancioná-la.
O autor esquadrinha as diversas formas como diferentes sociedades lidaram com as contradições intrínsecas da escravidão, desde a Antigüidade clássica até o início da década de 1770. Desse modo, ele pretende distinguir o que foi peculiar no movimento abolicionista americano, quando o paradoxo da servidão tornou-se mais visível ao ser estreitamente relacionado aos ideais da colonização americana de criar uma sociedade perfeita. Davis fornece uma análise comparativa dos sistemas escravocratas no Velho Mundo, mostrando como o pensamento europeu reagiu à escravidão.
O PROBLEMA DA ESCRAVIDÃO NA CULTURA OCIDENTAL trata, ainda, das primeiras reações diante da escravidão americana, particularmente dos problemas e condições que podiam ajudar ou impedir o crescimento do pensamento antiescravocrata. Por fim, dedica-se aos primeiros protestos contra a servidão do negro e às inovações religiosas, literárias e filosóficas que contribuíram tanto para o discurso dos abolicionistas quanto para o dos defensores da escravidão no final do século XVIII.

David Brion Davis é professor de História na Universidade de Yale e presidente da Organization of American Historians. Ganhador dos prêmios Bancroft, National Book Award e Beveridge, é autor de vários livros, entre eles, Slavery and Human Progress e The Problem of Slavery in the Age of Revolution.

Livro David Brion Davis

Editora: Civilização Brasileira

R$ 61,90

Published in: on junho 7, 2007 at 2:05 pm  Deixe um comentário  

ALÉM DA ESCRAVIDÃO

 

Um verdadeiro marco para o estudo das sociedades pós-emancipação, em ALÉM DA ESCRAVIDÃO três importantes historiadores — Frederick Cooper, Rebecca J. Scott e Thomas C. Holt — exploram uma das áreas mais importantes da historiografia moderna: a transição da escravidão para a liberdade e o que essa mudança significou para os escravos, para os senhores e para as sociedades em que viviam.

Livro de Rebecca J. Scott, Thomas C. Holt e Frederick Cooper

Editora: Civilização Brasileira

R$ 39,90

Published in: on junho 7, 2007 at 1:59 pm  Deixe um comentário  
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