Kitabu

Livraria Negra – Um lugar de encontro da expressividade literária afro-brasileira

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Arquivo da categoria ‘Uncategorized’

A África explicada aos meus filhos

Publicado por kitabu em Abril 27, 2009

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Um lugar de contrastes. De um lado, exuberância, magia, sons e sabores inebriantes. De outro, miséria, vio-lência, epidemias, guerras, tirania. A África sempre serviu de inspiração para fi lmes e livros que fi caram na memória de várias gerações. Mas ainda há muito o que dizer – e o que aprender – sobre esse continente.Em A África explicada aos meus fi lhos, o historiador Alberto da Costa e Silva nos mostra não somente por que a África é fascinante, mas também por que nossa trajetória está intimamente ligada ao seu povo.

Livro de  Alberto da Costa e Silva

Editora Agir

R$ 32,00

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RELATÓRIO ANUAL DAS DESIGUALDADES RACIAIS NO BRASIL; 2007 – 2008

Publicado por kitabu em Janeiro 5, 2009

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Relatório Anual das Desigualdades Raciais no Brasil é uma iniciativa
organizada pelo LAESER, do Instituto de Economia da UFRJ. A publicação se constitui em um dos maiores esforços realizados até o momento de análise da evolução de diversos tipos de indicadores sociais dentro do tema das relações e desigualdades sócio-raciais. O estudo é formado por oito capítulos temáticos, 83 gráficos, 90 tabelas, 37 boxes, 10 quadros e 13 mapas temáticos. Um importante referencial para estudiosos no tema, ativistas do movimento negro e dos movimentos sociais de múltiplas frentes, formuladores de políticas públicas e todos e todas preocupados com a realidade social da população brasileira e de seus grupos constitutivos.

Livro de : Marcelo Paixão e Luiz M. Carvano (orgs)

Editora: Garamond

R$ 60,00

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Zezé Motta

Publicado por kitabu em Agosto 13, 2008

As imagens estampam a infância, o passado, o trabalho, trajetória, as histórias de vida, que ajudará a tornar familiar ao leitor, o íntimo e o público de artistas de diferentes ramos de expressão cultural, mas referências fundamentais em suas áreas de trabalho. Nomes de igual sensibilidade fazem contraponto nesse trabalho como biógrafos, garimpando o baú de recordações do biografado, escolhendo junto as fotos e traduzindo do convívio íntimo mais uma cor, um sugestivo sombreado que o trabalho propõe.

Coleção Album de Retrato

Livro de Walter Carvalho

Editora Memória visual

R$ 22,00

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Ruth de Souza

Publicado por kitabu em Agosto 13, 2008

As imagens estampam a infância, o passado, o trabalho, trajetória, as histórias de vida, que ajudará a tornar familiar ao leitor, o íntimo e o público de artistas de diferentes ramos de expressão cultural, mas referências fundamentais em suas áreas de trabalho. Nomes de igual sensibilidade fazem contraponto nesse trabalho como biógrafos, garimpando o baú de recordações do biografado, escolhendo junto as fotos e traduzindo do convívio íntimo mais uma cor, um sugestivo sombreado que o trabalho propõe.

Coleção album de retratos

Livro de Haroldo Costa

Editora: Memória Virtual

R$ 22,00

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Boaventura Cardoso, a escrita em processo

Publicado por kitabu em Maio 18, 2008

Boaventura Cardoso, a escrita de Angola

Um livro, ainda que não se destine a contar uma estória, tem sua trajetória sempre povoada por fatos que acabam por intervir na sua elaboração e na fisionomia que ele apresenta. Este Boaventura Cardoso, a escrita em processo também traz acoplado a suas páginas um conjunto de experiências que, envolvendo o escritor, os colaboradores, os editores e as organizadoras, exprime um pouco a atmosfera que cerca não a produção específica do livro, mas, de certo modo, todo o universo das Literaturas Africanas de Língua Portuguesa, com foco especial no ensino e na pesquisa que em torno delas vai conquistando cada vez mais adeptos. Até o momento são poucas as editoras dispostas a apostar em obras voltadas para a História e o patrimônio cultural acumulado pelos países africanos, apesar dos sinais de mudança que já podemos detectar em nosso quadro geral.

Boaventura Cardoso é um dos escritores angolanos mais lidos na atualidade, sendo a sua obra traduzida em várias línguas. Juntamente com a de Pepetela e a de José Luandino Vieira, a sua produção vem sendo muito estudada pelos pesquisadores brasileiros. A importância de seu lugar no universo literário de língua portuguesa, no entanto, contrasta com a carência de material bibliográfico sobre sua produção, fato que tem proporcionado enormes dificuldades aos que o elegem para objeto de estudo. Em suma, a descoberta de sua narrativa por tantos leitores não se fez acompanhar da sistematização de trabalhos críticos a seu respeito, e isso significa que não há ainda uma bibliografia reunida e publicada em livro que possa apresentar de forma mais completa a sua produção artística, o que poderia auxiliar os estudiosos de sua obra e multiplicar o seu número de leitores.

Nesse sentido, tivemos em conta na preparação do livro a necessidade de despertar entre aqueles que têm seus primeiros contatos com o universo africano um interesse vivo por sua literatura. Acreditamos que Angola com seus escritores pode ser uma bela porta de entrada para o continente, pois, para além da afinidade lingüística, são fortíssimas as ligações que atravessaram séculos impondo sinais inequívocos em nosso modo de ser. Retomar em outros parâmetros os circuitos das viagens entre as duas margens do Oceano Atlântico é urgente e a literatura pode integrar esse movimento.

Livro de Rita Chaves, Tania Macedo e Inocência Mata

Editora Alameda

R$ 48,00

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Marcas da diferença

Publicado por kitabu em Maio 18, 2008

A reflexão sobre as obras literárias produzidas em língua portuguesa nos países africanos, com grande destaque para o lugar que a literatura ocupa na constituição de sua vida nacional, tem recebido atenção por um número cada vez mais expressivo de estudiosos brasileiros ao longo das últimas décadas. Consagrado depois do II Encontro de Professores de Literaturas Africanas de Língua Portuguesa, realizado na Universidade de São Paulo, Marcas da diferença apresenta uma elaborada discussão sobre esse universo extraordinário de questões que as culturas africanas nos trazem.

Neste livro estão reunidos textos que, assinados por muitos dos mais prestigiados estudiosos da matéria, põem em relevo características essenciais da produção de escritores africanos e trazem à discussão problemas relevantes para a compreensão da natureza e da dinâmica das relações culturais que, ao longo dos séculos, se estabeleceram entre o continente africano e o nosso país.

Apresentadas e debatidas na cadeia da oralidade, as propostas do encontro ganham agora a forma da escrita, abrindo-se, sem dúvida, a novas e bem-vindas discussões. Marcas da diferença busca revelar ao leitor a diversidade do fazer literário dos países africanos de língua portuguesa que, felizmente, vem conquistando um espaço cada vez mais expressivo entre nós.

Livro de Rita Chaves e Tania Macêdo

Editora Alameda

R$ 58,00

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O bruxo do Cosme Velho – Machado de Assis no Espelho

Publicado por kitabu em Maio 18, 2008

Machado de Assis é “um mundo”! Esse poderá ser o comentário de um leitor diante da diversidade das colaborações deste volume, quem sabe com algum laivo de ironia. De fato, aqui estão reunidos vários e variados ensaios em torno de uma mesma figura literária, Machado de Assis. No entanto, o material aqui recolhido não pode ser contemplado como um conjunto diversificado de “leituras” ou de “perspectivas de análises” da obra do escritor, expressões que mais caberiam numa coletânea acadêmica. Passamos a compreender melhor a natureza desta publicação se soubermos que os textos foram apresentados no XV Moitará, reunião organizada pela Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica (SBPA) de São Paulo, que vem se consagrando como tradição entre os psicanalistas junguianos, deixando as melhores lembranças entre os convidados a cada ano renovados.

O leitor poderá então tirar proveito diferenciado de uns e de outros dentre os textos aqui presentes – um exercício interessante de diálogo dele mesmo, leitor, com os textos machadianos referidos e, por certo, um aguçamento de sua curiosidade em torno da fortuna crítica de Machado de Assis, vista de modo ampliado. Construída desde o século retrasado ela apanha leitores por todo o lado, e já é um capítulo com revelações de interesse sobre os impasses trazidos pela obra do escritor ao longo dos anos. Impasses que resultam do tratamento conferido por Machado à sociedade e ao homem brasileiros, sempre associados ao andamento da experiência internacional do tempo.

Livro de Márcia Moura Coelho e Marcos Fleury de Oliveira (org.)

Editora Alameda

R$ 32,00

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Cidades Negras

Publicado por kitabu em Maio 18, 2008

Ao contrário dos cenários típicos das plantations, grandes plantéis, agroexportação e feitores, parte da história da escravidão atlântica foi vivenciada em paisagens urbanas ou semi-urbanas. Milhares de escravos, africanos e crioulos, misturaram-se com marinheiros, negociantes, caixeiros e viajantes e outros setores do mundo do trabalho e da cultura transatlânticos.

O Brasil escravista desenha-se desde o século XVI. A partir de 1570, os engenhos de açúcar começam a dividir espaços entre a mão-de-obra indígena e a africana. Desse período até meados do século XIX, o Brasil receberia entre 38% a 43% de todos os africanos traficados para as Américas. Calcula-se esse total de africanos em aproximadamente dez milhões. Trabalharam aqui fundamentalmente nas zonas rurais, no café, açúcar, algodão, fumo e também na pecuária e na extração de ouro e diamantes. Produziram inúmeras instituições em torno da família, culinária, música e cultura material de um modo geral. Como protesto, também formaram numerosos e populosos quilombos. E nas cidades criaram irmandades.

O livro Cidades Negras traz algumas dessas instituições nos espaços urbanos. Africanos e seus descendentes foram importantes personagens dos mundos do trabalho e da cultura urbana do século XIX. Inventaram territórios urbanos e diásporas, redefinindo identidades.

Sobre os autores: Juliana Barreto Farias é editora-assistente da revista Nossa História e mestre em História Comparada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Flávio dos Santos Gomes é professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Carlos Eugênio Líbano Soares é professor da Universidade Federal da Bahia. Carlos Eduardo Moreira de Araújo é mestre em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e doutorando em História Social do Trabalho pela Universidade Estadual de Campinas.

Livro de Juliana Barreto Farias, Flávio dos Santos Gomes, Carlos Eugênio Líbano Soares e Carlos Eduardo Moreira de Araújo.

Editora: Alameda

R$ 26,00

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Corpo negro caído no chão: o sistema penal e o projeto genocida do Estado brasileiro

Publicado por kitabu em Abril 9, 2008

Tomamos o racismo como uma doutrina, uma ideologia ou um sistema sobre o qual se apóia um segmento populacional considerado superior, por causa de características fenotípicas ou culturais, a fim de conduzir e subjugar um outro, tido como inferior. Além de todos os aspectos presentes na definição, destacamos expressamente o caráter desumanizador inscrito na concepção de racismo. Em última instância, o racismo serve como forma de catalogação dos indivíduos, afastando-os ou aproximando-os do sentido de humanidade de acordo com suas características raciais. Essa peculiaridade faz dele uma das justificativas mais recorrentes nos episódios de genocídio e em toda sorte de vilipêndios materiais e simbólicos que tenham por objetivo violar a integridade dos seres humanos. (Ana Luiza Pinheiro Flauzina)

Livro de Ana Luiza Pinheiro Flauzinho

Editora Contraponto

R$ 28,00 

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Entremeio sem babado

Publicado por kitabu em Abril 6, 2008

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Kizzy é o nome de uma menina-menininha de origem africana como seu nome. Perguntadeira, ela deixa os adultos desorientados. Por causa disso foi apelidada por sua avó de entremeio sem babado, pessoa que se mete num assunto em que não é chamada. Mas como era de se esperar, Kizzy não aceitaria o apelido sem saber o que significava.
A partir de 5 anos

Livro de Patricia Santana

Editora: Mazza

R$ 20,00

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