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Doug Casarin envolveu-se no cotidiano dos presos, mas não cai na armadilha de fazer juízos de valor ou tentar evidenciar o “lado bom” dos que viviam no maior presídio da América Latina. “Aprendi rápido que, em uma cadeia, jurar inocência é quase um hábito. Atrás das grades não existem verdades, apenas versões”, diz o autor. As 111 imagens, cujo número é uma óbvia referência ao massacre ocorrido em outubro de 1992, se não são 100% objetivas – pela própria impossibilidade da tarefa, afinal, o registro é filtrado pelo olhar do fotógrafo – chegam perto disso, mostrando detalhes que poderiam passar despercebidos ou seriam inacessíveis ao visitante do Carandiru, como a vista do entorno do presídio que alguns presos tinham de suas celas e alguns bichos de estimação que circulavam pelos corredores, como gatos e até um pequeno macaco.

Livro de Doug Casarin

Editora: Senac

R$ 44,00

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Published in: on junho 2, 2007 at 8:26 pm  Deixe um comentário  

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